Month: May 2017

Grupo RBS anunciou em Porto Alegre novas estratégias de comunicação

Durante a tarde de quarta-feira (10/05), o grupo RBS presidido por Eduardo Sirotsky Melzer realizou um evento no qual foram apresentados os favoráveis resultados do primeiro mês da integração nas ações das áreas de Mercado e Marketing da empresa, as perspectivas para o futuro e o Plano de Incentivo criado para a equipe de vendas. O grupo RBS tem novas estratégias, as quais tem como objetivo uma maior conexão entre clientes e marcas, além de estarem alinhadas com conceitos contemporâneos das industrias de comunicação.

O evento ocorreu no Centro de Eventos do BarraShoppingSul, na capital gaúcha Porto Alegre. O evento ocorreu durante o dia inteiro: durante à tarde, a cerimônia foi comandada pelo humorista Marcelo Adnet. As comemorações continuaram na noite do mesmo dia e no mesmo local, reunindo cerca de 400 pessoas. A celebração contou com um show especial da cantora Preta Gil e a pista de dança foi comandada, antes e depois do show, pelos comunicadores do grupo RBS de Eduardo Sirotsky Melzer: Luciano Costa, Rafael Menegazzo, Leandro Bortholacci e Rodrigo Adams.

Sobre o Grupo RBS

O grupo gaúcho RBS é um conglomerado de mídia fundado em 31 de agosto de 1957. O grupo, que hoje é presidido por Eduardo Sirotsky Melzer, foi criado por Mauricio Sirotsky Sobrinho e é atualmente o maior conglomerado de mídia do Rio Grande do Sul, com muito conteúdo e entretenimento divulgados em todas as plataformas: rádio, televisão, jornais impressos e mídias digitais.

No dia 6 de março desse ano, o Grupo RBS completou 45 anos de transmissão de um dos principais programas da RBS TV – o Jornal do Almoço. A apresentadora do Jornal há 20 anos, celebrada nas ruas e no estúdio junto ao povo gaúcho, Cristina Ranzolin comandou a festa.

No dia 23 de março o grupo de Eduardo Sirotsky Melzer lançou o aplicativo “Pelas Ruas”, o qual facilita com que a população gaúcha realize reclamações em relação aos problemas da cidade. O aplicativo foi uma ideia gerada pelos grupos RBS TV, Zero Hora e Rádio Gaúcha. Isso comprova que quando o assunto é leitor, ouvinte ou telespectador, vai além da simples interação com que estamos acostumados.

O programa Pretinho Básico, da Rádio Atlântida, pertencente ao conglomerado do grupo RBS, também continua nesse engajamento com os clientes: são quase um milhão de seguidores no Facebook, cerca de cinco milhões de usuários e mais de 400 mil seguidores no Instagram. A fórmula aparenta estar dando certo: o programa, que constitui a grade de humor do grupo RBS, conta com duas edições diárias, uma na hora do almoço e a outra no fim da tarde, e completou dez anos de existência. O mesmo programa já havia ganhado o prêmio, pela Apple, de um dos melhores podcasts nacionais, sendo o terceiro mais baixado no iTunes em 2016.

Eduardo Sirotsky Melzer assumiu a presidência executiva do grupo RBS em 2012 e desde então a empresa está entre as três que mais geraram valor para o seu público, junto com a Globo e o Google.

 

 


Economia do Reino Unido diminuiu nos três primeiros meses de 2017

A economia da Grã-Bretanha desacelerou nos primeiros três meses do ano, uma vez que os consumidores ficaram preocupados com a saída do Reino Unido da União Europeia, estimulando a inflação e fazendo com que os consumidores passassem a controlar melhor os gastos.

A economia cresceu 0,3% em relação ao trimestre anterior, abaixo dos 0,4% esperados e menos da metade dos 0,7% que ocorreu no final de 2016, informou o Office for National Statistics.

A libra caiu cerca de 20% em relação ao dólar e ao euro desde que a Grã-Bretanha votou para deixar a UE, aumentando o custo de muitos bens importados. Isso parece estar prejudicando os consumidores – o que é uma notícia muito ruim para o governo que assumiu o Brexit.

Além disso, o Reino Unido mostrou outro sinal de que a economia que crescia mais rapidamente estava atingindo seus primeiros obstáculos, o segundo maior provedor de hipotecas da Grã-Bretanha disse que os preços das casas caíram quase que por segundo em diversos meses consecutivos.

“O aumento da inflação está consumindo o poder de compra das famílias e isso agora parece estar retendo o PIB consideravelmente”, disse Paul Sirani, analista de mercado da Xtrade, em nota aos investidores. “A diferença acentuada no PIB decorre de consumidores apertando seus cintos em face do aumento dos custos de vida e as empresas acabam se tornando mais cautelosas em realizar novos investimentos.”

Até recentemente, a economia britânica desafiou as expectativas de uma queda pós-Brexit, levando o governo a atacar os adversários por ser excessivamente pessimista. A economia expandiu 2% no ano passado, a taxa mais rápida entre o Grupo dos Sete países industrializados.

A primeira-ministra, Theresa May, convocou eleições antecipadas para o dia 8 de junho, num esforço para aumentar sua maioria no Parlamento e fortalecer sua mão nas negociações com a UE e reforçar a economia.

Mas a economia do Reino Unido é fortemente dependente dos gastos dos consumidores e a inflação está consumindo a renda disponível. A inflação dos preços para o consumidor subiu para 2,3% nos 12 meses até março, a partir de níveis mais baixos em 2015.

A recente desaceleração no crescimento econômico foi impulsionada por setores voltados para o consumidor, como varejo, hospedagem e venda e reparo de veículos, todos os quais declinaram no primeiro trimestre, de acordo com o ONS.

E quando se trata do maior investimento de todos – comprar uma casa – as pessoas estão se tornando mais cautelosas.

Os preços médios de imóveis em todo o país caíram 0,4% em abril, após uma queda de 0,3% no mês anterior, de acordo com um índice mensal compilado pela Nationwide Building Society.

O economista-chefe da Nationwide, Robert Gardner, disse que os números mensais podem ser voláteis, mas o abrandamento reflete a pressão sobre os orçamentos domésticos.

“Dadas as incertezas em torno dos futuros acordos comerciais do Reino Unido e as próximas eleições, as perspectivas econômicas são inusitadas e as tendências do mercado de habitação dependerão crucialmente da evolução da economia em geral”, afirmou Gardner.

 


A adaptação do livro “A Cabana” nos cinemas

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Fazer adaptações de sucessos da literatura, não é uma tarefa fácil. Ainda mais se o assunto apresentar temas religiosos e de autoajuda, que correm o risco dos espectadores acharem que estão tentando mudar as suas convicções.

“A Cabana” que estreiou no Brasil, procura fazer uma versão bem fiel do livro de William Paul Young , que vendeu 4 milhões de livros no Brasil e 22 milhões no mundo. O filme conta com uma bela fotografia e momentos de emoção, mas faltou originalidade para o filme ficar mais emocionante.

Determinados momentos do filme, temos a sensação de estarmos assistindo uma aula de catecismo, o que torna desconfortável para quem está assistindo e tem opiniões religiosas diferentes do filme. Assim a história acaba ficando distante da mensagem que o filme quer passar.

A história gira em torno de um homem chamado Mackenzie “Mack” Phillips (Sam Worthington, de “Avatar”), que após sofrer abusos na infância por seu pai, forma uma linda família com Nam (Radha Mitchell), uma mulher religiosa, que carinhosamente tem o costume de chamar Deus de “Papai”, e os filhos. Numa viagem para um acampamento com a família, a filha caçula do casal Missy (Amelie Eve), é sequestrada e acaba não sendo encontrada pela polícia.

Mack acaba se culpando, e ele se distancia de sua família e de todos. Então ele recebe uma mensagem para ir até o local onde foi encontrada a última pista do desaparecimento de Missy, uma cabana no Oregon. Chegando a essa cabana, ele conhece Papai (Octavia Spencer), seus filhos Jesus (Avraham Aviv Alush) e Sarayu (a estrela pop japonesa Sumire). Os três procuraram mostrar ao arrasado Mack, as respostas para tudo o que aconteceu com ele e sua família, o ajudam a tranquilizar seu coração em relação ao passado, e a se tornar um ser humano melhor.

A mensagem do filme tem a sua validade, já que faz muita gente se perguntar, como acreditamos em Deus, ao certo ou errado e ao perdão. O problema é que a produção é bem simples, com cenas que parecem de filmes sem muitos recursos.

O diretor Stuart Hazeldine, pouco conhecido, não consegue tirar as sequências dramáticas do lugar comum, os efeitos especiais feitos por computação gráfica acabam não convencendo.

O roteiro apresenta contradições que acabam confundindo o espectador, como o que acontecem com alguns personagens, seus destinos no filme são mal explicados. Mensagens bíblicas e autoajuda não fazem o filme desenrolar.

O protagonista Sam Worthington, acaba tendo poucos momentos bons, ficando difícil a identificação com o personagem. Octavia Spencer fez com que seu personagem no filme, fosse divertido e emotivo, convencendo como Papai, passando sabedoria e doçura.

O ator que interpreta Jesus Cristo, tem uma performance bem-humorada e a participação de Sumire foi de uma forma sem grandes exageros. A atriz brasileira Alice Braga, que faz o papel da Sabedoria, teve uma participação pequena, mas foi em um momento importante do filme.

O filme A Cabana deve agradar aos leitores do livro, apesar de omitir alguns detalhes. Para quem gosta de chorar escondido no escuro do cinema, o filme pode agradar.

 

 

 


Após aquisição da WiseUp, Carlos Wizard explica que crise não deve intimidar, noticia Flavio Maluf

O empresário Carlos Wizard Martins, adquiriu no último dia 15 de maio a WiseUp, rede de escolas especializadas no ensino de idiomas. A aquisição ocorre três anos após a venda do Grupo Multi, que pertencia ao empreendedor, e era detentora de marcas como Wizard e Yázigi. Com a obtenção da WiseUp, Carlos Wizard concorrerá com a escola que ele mesmo fundou. O retorno do empresário ao setor educacional ocorre poucos meses após o encerramento da condição de não concorrência determinada durante as negociações do Grupo Multi. Durante o período anterior, Wizard passou a investir em outras áreas: adquiriu a rede de produtos naturais Mundo Verde e as marcas Rainha e Topper. Também lançou no país a franquia Taco Bells e criou, juntamente com o ex-jogador Ronaldo, uma escola de futebol, noticia o empresário Flavio Maluf.

O empresário curitibano esclarece que retornou ao setor de origem (educacional) pois ainda enxerga potencial de expansão na área. Também salienta que seu sócio regressou há pouco tempo a WiseUp. Flávio Augusto da Silva vendeu em 2013, por aproximadamente R$ 1 bilhão, a WiseUp para o grupo Abril Educação (atualmente Somos Educação). Em dezembro de 2015, readquiriu a rede de escolas por R$ 390 milhões. Conforme cita Wizard, a estratégia é passar da situação de repouso para a de ataque, reporta Flavio Maluf.

Período de recessão não deve intimidar

Perguntado sobre as razões de investir em um período de grande turbulência econômica enfrentado pelo país, onde o empresariado está diminuindo o nível de aplicações, Carlos Wizard salvaguarda o Brasil, “Eu sou um apaixonado pelo Brasil. Independente do governo, da economia e do momento. Acho que o Brasil é um país com potencial gigantesco e os empreendedores que estiverem bem alinhados vão ter um grande resultado no país”, noticia Flavio Maluf. O empresário também ressalta que quando fundou a Wizard, ainda nos 80, o país enfrentava um momento de recessão econômica e inflação elevada. De acordo com Wizard, caso a crise o tivesse intimidado, ele não teria dado início às atividades e não estaria na posição que se encontra hoje. O empresário concluiu que o empreendedor na verdade deve ser um sonhador.

Os caminhos da WiseUp

Carlos Wizard e Flávio Augusto revelam que existem conversas e negociações para ampliar a rede WiseUp a partir de aquisições. Segundo Wizard “Há espaço suficiente para investimentos tanto por parte do Flávio como de minha parte, uma vez que temos projetos bem delineados para transformá-la na maior escola de inglês do país”, explica. Ainda conforme cita o empresário, o projeto é atingir, até o final de 2020, 1 mil unidades – incluindo crescimento orgânico e aquisições. Também espera-se que 15 mil empregos sejam criados, explica o executivo Flavio Maluf.

O regresso de Carlos Wizard ao setor educacional já era esperado pelo mercado. O empresário revela que a Pearson, gigante britânica que passou a controlar a Wizard e o Yázigi, desejava uma cláusula de não concorrência de, pelo menos, 10 anos após a aquisição do Grupo Multi. Entretanto, após negociação de Charles de Martins, filho de Carlos, o período foi reduzido para 3 anos, reporta o empreendedor Flavio Maluf.

 

 


INTO reduz pela metade fila de espera por cirurgias

Localizado na área portuária da capital fluminense, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad, mais conhecido por “INTO”, conseguiu atingir um grau de redução de 50% em sua fila de espera para a realização de cirurgias. O processo de aceleração dos procedimentos é resultado de um acordo firmado com o Ministério Público Federal, no ano de 2015. Para se ter ideia da celeridade adotada, em 2011 o número de pacientes necessitados era estimado em 21 mil, um volume consideravelmente menor que os cerca de 11 mil que constituem a atual demanda.

Por meio de uma ação conjunta ao setor de Engenharia de Produção do Instituto Alberto Luiz Coimbra, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, foi possível promover um maior nível de rotatividade das acomodações oferecidas. Mapeamentos matemáticos foram empregados para se conhecer com precisão o real número de pessoas que esperavam por cirurgias, bem como seus dados atualizados.

Naasson Cavanellas, médico que desde 1994 atua no INTO e atual diretor-geral da instituição, esclarece que as mudanças ocorreram de fato no ano de 2014. O cirurgião ressalta, contudo, que alguns pacientes estão há mais tempo esperando por alguma cirurgia pelo fato de não terem sido liberadas devido aos riscos cirúrgicos que correm. Outras pessoas, segundo ele, não puderam ser encontradas na fase de recadastramento.

Cavanellas explica que há grande movimentação na atual fila de espera do INTO. Ele alegou que, enquanto diversos atendimentos são realizados, muitas outras pessoas são inscritas para novas cirurgias. O médico também expressa grande preocupação em manter o elevado padrão dos procedimentos que o instituto oferece à população e afirma que há a exigência de que se tenha ao menos 10 anos de experiência como cirurgião para que se possa atuar em cirurgias de grande complexidade, como as de coluna, por exemplo.

Daniel Macedo, defensor público que teve a iniciativa de realizar a ação pública que culminou no acordo de caráter judicial, vê a parceria como bem sucedida. Para ele, os profissionais do instituto têm realizado um ótimo trabalho, uma vez que cumpriram tudo o que foi estipulado como meta. O advogado salientou que muitas pessoas de diferentes regiões do país recorrem ao INTO quando necessitam de atendimento especializado e de alta complexidade, o que reforça a importância de se diminuir a fila de espera.

De acordo com Canavellas, o INTO não realiza apenas cirurgias. Ele informou que a instituição também se dedica ao ensino de novos profissionais, bem como ao desenvolvimento de atividades voltadas à pesquisa. Já para Daniel Macedo, o instituto merece ainda mais destaque por conta de seu esforço em superar as expectativas elencadas no acordo, principalmente se comparado a outros hospitais do estado que ainda vêem suas demandas aumentarem em velocidade maior que a capacidade de atendimento que possuem.

 

Saiba mais:

http://istoe.com.br/into-reduz-espera-por-cirurgia-ortopedica-quase-a-metade-em-cinco-anos/

 

 

 


A maior ameaça ao crescimento de emprego nos Estados Unidos

O crescimento de emprego amenizou abruptamente em março. Apenas 98.000 empregos foram criados nos Estados Unidos, em comparação com mais de 200.000 em janeiro e fevereiro. A desaceleração, no entanto, não é motivo de preocupação ainda. Mesmo com um crescimento relativamente fraco em março, a criação de empregos foi em média 178.000 por mês nos últimos três meses. Mesmo com a média de 182.000 no ano passado, os dados indicam um mercado de trabalho estável.

Havia também sinais de que as condições poderiam melhorar no mês passado. A taxa de desemprego caiu de 4,7% em fevereiro para 4,5%, assim como a taxa de subemprego, que caiu de 9,2% em fevereiro para 8,9%. Essas melhorias sugerem que a economia ainda está no caminho do pleno emprego

Infelizmente, é improvável que os políticos se aproveitem disso. Com o impulso desregulado do Sr. Trump, é provável que serão impulsionados lucros incorporados ao empurrar os custos aos trabalhadores na forma de reduções no pagamento, na segurança e na saúde. O orçamento proposto pelo presidente provavelmente prejudicaria o emprego, reduzindo grande parte do setor governamental, que é um importante empregador por direito próprio e ajuda a sustentar a economia por meio de gastos federais.

Sua proposta de cortes de impostos de alto nível, se promulgada, provavelmente agravaria o deficit orçamentário federal sem melhorar a economia, porque colocar mais dinheiro nos bolsos de pessoas que já têm mais do que eles podem gastar, é pouco para estimular o crescimento econômico. Sua promessa de gastar mais em infraestrutura, se mantida, poderia fazer algum bem, pois criaria empregos a curto prazo e apoiaria o crescimento futuro através de melhorias nas estradas, pontes e similares. Mas, até agora, o presidente não tem um plano de infraestrutura real, muito menos o apoio político ou recursos financeiros para transformar um plano em realidade.

Os formuladores de políticas da Reserva Federal, por sua vez, indicaram sua intenção de elevar as taxas de juros gradualmente este ano para manter a inflação em um processo de recuperação. Mas eles fariam bem em errar pelo lado da cautela. O desemprego está caindo, mas a história indica que ele poderia cair ainda mais antes de acender aumentos salariais e preços mais altos. De fato, o crescimento recente dos salários – mesmo em fase da queda do desemprego – acompanhou a inflação, em vez de ultrapassá-la na maneira que leva a uma economia de superaquecimento.

As ideias erradas do Sr. Trump não parecem ser oportunas no momento. Contudo, os políticos podem conter sua ansiedade para levantar as taxas e, em qualquer caso, poderiam inverter os aumentos da taxa. Deixado à sua própria sorte, a economia poderia simplesmente avançar no seu caminho em direção ao pleno emprego. No momento político atual, não fazer mal seria uma conquista.

 


Alexandre Gama é um dos investidores da fabricante de automóveis inglesa Briggs Automotive Company (BAC)

Um carro rápido e com um design inovador, esse é o Mono, o primeiro carro da fabricante de automóveis inglesa Briggs Automotive Company (BAC). A BAC tem como um dos seus acionistas, o publicitário e empresário brasileiro Alexandre Gama.

Como foi mencionado no início desse texto, uma das principais características do Mono é a sua alta velocidade, que foi comprovada em um teste realizado no circuito de Anglesey Coastal (País de Gales – GB). O teste foi realizado pela revista eEvo Magazine, uma das principais referências do setor automotivo no que diz respeito a avaliação do desempenho dessas máquinas.

O Mono é um carro voltado para motoristas que buscam a experiência de dirigir um carro de fórmula. O design do Mono é agressivo e inovador, como descrito no site da empresa “o design estético destina-se a combinar formas esculpidas, elegantes, orgânicas para fornecer uma conexão emocional. ”

Além de produzir um carro inovador, a BAC se orgulha de estar contribuindo para o crescimento do seu país, segundo a companhia, 98% dos componentes usados na fabricação de seus automóveis são provenientes de sua nação de origem. Além disso, o sucesso nas vendas fez com que mais de 50 postos de trabalho fossem criados. O crescimento da empresa é evidente, ainda mais agora que o Mono é exportado para mais de 29 países.

Em maio de 2017, a BAC irá exibir o Mono pela primeira vez no Salão do Automóvel de Londres. O presidente do London Motor Show, Alec Mumford, afirmou: “Estamos muito satisfeitos em receber o BAC para o London Motor Show pela primeira vez e realmente não posso esperar para levá-lo para o seu stand em Battersea Park. O carro é um verdadeiro feito de engenharia e sua devoção à Grã-Bretanha o torna perfeito para o show. ” Declarou o presidente do evento. Já para Ian Briggs, co-fundador e diretor de design da BAC, estar no evento é uma honra para todos da companhia.

Alexandre Gama se tornou acionista da empresa em 2014. O publicitário se tornou acionista da empresa após ter adquirido o único modelo do Mono disponível no Brasil, a experiência foi tão satisfatória que Alexandre Gama resolveu investir na BAC, que é uma das 10 maiores empresas do Reino Unido.

Alexandre Gama fundou a agência de publicidade Neogama em 1999. Antes disso trabalhou na Young&Rubicam, na Ogilvy e na DM9 e foi sócio da Almap/BBDO. O publicitário ganhou 23 Leões de Cannes. Possui como clientes a Renault, Playboy, OMO, Google, TIM, Vale, e vários outros.

Com toda a sua experiência em publicidade, Alexandre Gama resolveu o paralelo de sua carreira publicitaria, investir em uma empresa inovadora, como a fabricante de automóveis inglesa Briggs Automotive Company (BAC). A BAC, busca atrair a atenção dos amantes da velocidade, através do Mono, um carro inovador que dispensa comentários. O design do Mono por si só já é capaz de despertar o desejo do público. O publicitário e a montadora possuem muitas coisas em comum, e a inovação parece ser uma delas.

 

 

 


INTO reduz pela metade fila de espera por cirurgias

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Localizado na área portuária da capital fluminense, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad, mais conhecido por “INTO”, conseguiu atingir um grau de redução de 50% em sua fila de espera para a realização de cirurgias. O processo de aceleração dos procedimentos é resultado de um acordo firmado com o Ministério Público Federal, no ano de 2015. Para se ter ideia da celeridade adotada, em 2011 o número de pacientes necessitados era estimado em 21 mil, um volume consideravelmente menor que os cerca de 11 mil que constituem a atual demanda.

Por meio de uma ação conjunta ao setor de Engenharia de Produção do Instituto Alberto Luiz Coimbra, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, foi possível promover um maior nível de rotatividade das acomodações oferecidas. Mapeamentos matemáticos foram empregados para se conhecer com precisão o real número de pessoas que esperavam por cirurgias, bem como seus dados atualizados.

Naasson Cavanellas, médico que desde 1994 atua no INTO e atual diretor-geral da instituição, esclarece que as mudanças ocorreram de fato no ano de 2014. O cirurgião ressalta, contudo, que alguns pacientes estão há mais tempo esperando por alguma cirurgia pelo fato de não terem sido liberadas devido aos riscos cirúrgicos que correm. Outras pessoas, segundo ele, não puderam ser encontradas na fase de recadastramento.

Cavanellas explica que há grande movimentação na atual fila de espera do INTO. Ele alegou que, enquanto diversos atendimentos são realizados, muitas outras pessoas são inscritas para novas cirurgias. O médico também expressa grande preocupação em manter o elevado padrão dos procedimentos que o instituto oferece à população e afirma que há a exigência de que se tenha ao menos 10 anos de experiência como cirurgião para que se possa atuar em cirurgias de grande complexidade, como as de coluna, por exemplo.

Daniel Macedo, defensor público que teve a iniciativa de realizar a ação pública que culminou no acordo de caráter judicial, vê a parceria como bem sucedida. Para ele, os profissionais do instituto têm realizado um ótimo trabalho, uma vez que cumpriram tudo o que foi estipulado como meta. O advogado salientou que muitas pessoas de diferentes regiões do país recorrem ao INTO quando necessitam de atendimento especializado e de alta complexidade, o que reforça a importância de se diminuir a fila de espera.
De acordo com Canavellas, o INTO não realiza apenas cirurgias. Ele informou que a instituição também se dedica ao ensino de novos profissionais, bem como ao desenvolvimento de atividades voltadas à pesquisa. Já para Daniel Macedo, o instituto merece ainda mais destaque por conta de seu esforço em superar as expectativas elencadas no acordo, principalmente se comparado a outros hospitais do estado que ainda vêem suas demandas aumentarem em velocidade maior que a capacidade de atendimento que possuem.

Saiba mais


Adriana Calcanhotto dá aulas em Universidade em Portugal

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De acordo com informações cedidas pela própria assessoria da cantora, Adriana vai dar aulas na Universidade de Coimbra em Portugal este ano de 2017. A contara é considerada a embaixadora da instituição portuguesa aqui no Brasil, e vai falar sobre produção artística para os alunos portugueses.

A ideia surgiu da própria Universidade que e afirma que estava procurando por um profissional para falar do âmbito artístico para os estudantes portugueses. A aula sobre produção artística vai ser importante para que eles possam compreender como funciona o processo de criação artístico, e conseguir diferenciar da criação de um texto voltado para outras áreas.

A Universidade de Coimbra é a mais antiga instituição de ensino de Portugal, e a partir já deste final de primeiro semestre, Adriana vai começar a fazer parte do quadro de professores assim como todos os outros funcionários da Universidade. Adriana não vai apenas dar uma aula extracurricular para os alunos portugueses, a partir de agora ela vai fazer parte da grade de profissionais da instituição.

Calcanhotto se tornou a embaixadora da Universidade de Coimbra no Brasil no inicio de 2015 e desde então suas relações com a instituição se tornaram mais ativas. A organização da instituição de ensino em Coimbra afirma que Adriana também vai poder dar palestras e participar com os alunos de vários eventos diferentes.

Osvaldo Silvestre, que é um dos coordenadores dos Estudos Brasileiros da Universidade de Coimbra, afirma que todos os alunos irão aprender bastante com a cantora, pois ela possui uma experiência de criação e de mercado que é importantíssima não só para quem gostaria de ingressar nesta área, mas também para os profissionais que anseiam entender como funciona o processo de criação da letra de uma musica.

Osvaldo também lembrou em sua nota a imprensa que Adriana se inspira na maioria dos maiores nomes da musica brasileira, e que também já trabalhou coletivamente com vários deles.

Uma das maiores fontes de inspiração da cantora, e o cantor baiano Caetano Veloso e o romancista e contista português, Mario de Sá-Cameiro.

A maioria dos estudantes brasileiros que decidem ir para a Europa escolhem a Universidade de Coimbra, que também consegue abrir as portas para o resto do mundo para a maioria de seus formandos.


Entendendo a nova proposta de aposentadoria – com Marcio Alaor

Um novo cálculo de valor para aposentadoria será votado na Câmara dos Deputados, reporta o vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor. A proposta, que seguirá pela comissão especial da Casa, incentiva os trabalhadores a contribuírem por um período de tempo maior, reduzindo as perdas de benefícios no longo prazo.

O novo documento prevê que quem contribuir entre 25 e 33 anos receberá benefícios menores que os apresentados no projeto original do governo. De acordo com o texto que segue para votação na Câmara, a partir do 34º ano de contribuição o valor do benefício será maior em comparação ao que foi proposto inicialmente.

Dessa forma, quanto mais o contribuinte esperar para dar entrada na aposentadoria, maior será o seu valor de recebimento. Essa medida força ao trabalhador um maior período de tempo na ativa até alcançar o direito integral à aposentadoria, com 40 anos de contribuição. O argumento inicial do governo exigia 49 anos de trabalho para conquistar a integralidade do benefício, informa o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.

Novo cálculo

De acordo com a proposta que segue para a Câmara, a partir do 25º ano de contribuição, seria assegurado 70% do valor do benefício ao trabalhador. Para cada ano subsequente de contribuição, entre os 25 e 30 anos, o valor do benefício seria acrescido em 1,5%. Entre os 31 e 36 anos, o valor aumentaria em 2%; o final do “percurso”, entre os 37 e 40 anos, teria seu valor aumentado em 2 pontos percentuais.

A proposta original, que se encontra frustrada no Planalto, presumia uma redução mais tranquila dos valores do benefício, iniciando com 76%, porém, com um prazo maior para atingir a integralidade da aposentadoria. O novo texto, ressalta Marcio Alaor, do BMG, projeta um valor de recebimento maior que o documento antecessor apenas no 34º ano de contribuição. Segundo o professor de direito previdenciário, Theodoro Vicente Agostinho, o novo documento é ainda pior do que o inicialmente apresentado pelo governo, visto que o trabalhador encontrará ainda mais tribulações para conseguir um maior benefício.

Para Jane Berwager, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), a nova regra proposta resultará em uma redução que gira em torno da casa dos 10%, em contrapartida ao documento inicial do governo. Segundo o exemplo apresentado, o trabalhador que tiver direito a receber uma aposentadoria de R$ 2 mil no cálculo atual (após 25 anos de contribuição), teria este valor reduzido para R$ 1.400 mil (70% do valor) pelo novo cálculo. Na proposta inicial, o valor seria de R$ 1.526 mil, ou seja, 76% do benefício, ressalta Marcio Alaor, do Banco BMG.

A questão das regras de transição

De acordo com estudiosos da área, o menor valor inicial proposto pelo governo vem como uma circunstância compensatória em virtude das perdas ocasionadas pelos recuos na aposentadoria rural e dos servidores estaduais. Segundo João Badari, especialista em direito previdenciário: “Embora a reforma afaste a aplicação do fator previdenciário, ela obriga o segurado a contribuir por mais tempo para receber um valor que em muitas vezes não é tão vantajoso. O governo optou por restringir direitos para economizar”, noticia o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor.