Ricos querem mais para se sentirem satisfeitos

Quem é que não gosta de sentir a sensação de poder quando compra alguma coisa desejada ou então usufrui de um serviço de qualidade? Todos querem se sentir confortáveis e felizes, e é isso que muitas pessoas endinheiradas dizem que podem sentir se conseguirem aumentar o seu patrimônio.

Uma pesquisa realizada com milionários de várias regiões afirma que seria necessário um aumento da fortuna para que eles possam se sentir mais felizes. O fato é que o dinheiro pode melhorar muitos aspectos da vida, mas nunca é suficiente para quem já tem bastante.

A Escola de Negócios de Harvard realizou uma pesquisa ampla com milionários de diferentes partes do mundo, e pôde chegar à conclusão de que os ricos precisam de mais dinheiro para aumentar as suas satisfações pessoais, considerando que a felicidade é o nível mais alto de satisfação.

Participaram da pesquisa 4 mil pessoas, um quarto dessas pessoas afirmam que precisariam que sua riqueza tivesse um aumento de 1000%, outro quarto desse grupo de pessoas afirmaram que ficariam completamente bem se houvesse um aumento de 500% de seu dinheiro.

Os resultados da pesquisa demonstram que de fato os milionários usufruem de felicidade, no entanto, existem alguns pontos específicos que demonstram certas particularidades. Os milionários que possuem mais de US$ 8 milhões estão mais felizes que aqueles que contam com US$ 1 milhão. As diferenças que estão entre essa margem de dinheiro não são tão gritantes.

Foram ricos de vários países com pelos menos US$ 1 milhão que contribuíram para essa avaliação que tinha uma classificação para a felicidade de 0 a 10. Entre os participantes estão ricos das Suíça, Brasil, África do Sul, Hong Kong, Espanha, Reino Unido, Mônaco, Emirados Árabes, Singapura, Irlanda e Índia.

Não existe uma quantia de dinheiro exata que possa definir a felicidade dos pesquisados, mas existem parâmetros. A riqueza que traz a procurada felicidade está relacionada com as conquistas dos pesquisados. Pessoas que receberam herança não sentem o mesmo nível de satisfação de quem trabalhou para conquistar os almejados milhões. Outro dado curioso que é somente 13% dos ricos garantem que podem ser felizes com o dinheiro que possuem.

 


Jorge Moll desenvolve estudo que desmistifica valores como o altruísmo

De acordo com uma pesquisa liderada pelo neurocientista e diretor do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor), Jorge Moll, os seres humanos possuem uma espécie de arquitetura bem fundada de valores morais no cérebro. Anteriormente, a psicologia social já havia demonstrado que certos valores possuem caráter universais, por estarem presente em todas as civilizações, como por exemplo, a honra, a generosidade e o senso de justiça.

Entre o campo de estudos do neurologista Jorge Moll, ele também estuda quais são as bases do altruísmo e das emoções afiliativas, que são o que levam as pessoas a se aproximarem de outras pessoas ou de algo sem vínculos genéticos, como é o caso de grupos religiosos, grupos de amigos e times de futebol, por exemplo.

Segundo Jorge Moll, a moral tem uma consistente base neurobiológica. Nesse caso, o que muda de pessoa para pessoa não são os valores em questão, mas o grau de importância que cada um concede a eles. Entre os fatores que influenciam nessa importância, estão a criação, a cultura, e a genética, por exemplo. Entre os brasileiros, uma característica muito presente é o hedonismo.

De acordo com o neurocientista, a moral é um resultado evolutivo altamente complexo, que combinou emoções com diversos conceitos sociais abstratos. Esses conceitos estão no córtex temporal anterior e se relacionam com outras regiões profundas e ainda misteriosas do cérebro, as quais os pesquisadores ainda tentam desvendar.

Para compreender melhor como essa interação cerebral funciona, os especialistas em neurociência utilizam vários instrumentos diferentes. O mais importante deles é a ressonância magnética, a qual possibilita a medição das atividades cerebrais. Nesse caso, vários grupos de voluntários se submetem a uma bateria de testes ao mesmo tempo em que possuem suas atividades cerebrais monitoradas através da ressonância magnética.

Através do uso dessa técnica, Jorge Moll e o seu colaborador, o neurocientista Ricardo de Oliveira-Souza, formaram uma parceria com especialistas estrangeiros para desenvolver um estudo revolucionário sobre altruísmo. Realizado em 2006, o estudo demonstrou que fazer uma doação ativa a mesma região do cérebro que quando se ganha dinheiro, o qual foi detalhado na prestigiada revista norte-americana “Proceedings of the National Academy of Sciences”.

Além disso, outra maneira de compreender com mais detalhes os aspectos morais da mente humana é através do desenvolvimento de estudo com psicopatas, que são portadores de uma doença neuropsiquiátrica que se caracteriza essencialmente pela falta de senso moral. Nesse caso, os portadores dessa doença conseguem fazer julgamentos morais, mas não se importam com as consequências deles.

Segundo Ricardo de Oliveira-Souza, os psicopatas diferenciam o que é certo ou errado, mas são incapazes de sentir qualquer remorso ou culpa, o que os levam a desrespeitar direitos e leis. Em um estudo que saiu na revista “Nature Reviews Neuroscience”, Jorge Moll, Oliveira-Souza e outros pesquisadores avaliaram a mente de psicopatas, o que os levou a propor que o sentimento da moral é resultado de uma interação entre a razão e a emoção. Essa interação acontece em regiões profundas do cérebro, que é onde os psicopatas apresentam deficiências, e também no córtex prefrontal ventromedial.

 


Mulher mais rica da China ganha US$ 2 bi em apenas uma semana

O ano iniciou muito bem para Yang Huiyan, que atualmente possui a maior fortuna entre as mulheres chinesas. Apesar de ser a mais jovem bilionária da China, a empresária de 36 anos aumentou a sua fortuna em mais de US$ 2 bilhões em apenas uma semana. O seu patrimônio agora é de mais de US$ 25 bilhões.

Ela obteve esse lucro graças à valorização das ações da empresa, a Country Garden Holdings, da qual ela é a maior acionista com 57% das ações.

A bilionária é formada em marketing e cursou a universidade estadual de Ohio, nos EUA. Ela ocupa a vice-presidência do conselho administrativo da companhia, onde desde muito jovem assistia as reuniões e aos poucos ia participando cada vez mais dos negócios. Com 25 anos, ela assumiu o cargo de diretora executiva da empresa e quando o pai passou para ela a maior parte das suas ações, ela passou a ser a sua maior acionista.

A empresa é uma gigantes do ramo imobiliário do país, sendo que ela atua na construção, no desenvolvimento dos imóveis, hotelaria, decoração e no setor de investimentos. A empresa vai muito além dos imóveis, já que ela cria áreas residenciais completas e condomínios.

Segundo informações do site da empresa, ela atua principalmente no desenvolvimento e na administração dos imóveis em grande quantidade, com valores mais acessíveis do que as outras dez grandes companhias incorporadoras chinesas. A empresa está com mais de 380 projetos sendo realizados atualmente pelo planeta, além de apresentar cerca de setenta mil empregados no seu quadro de funcionários e já construiu casas para mais de três milhões de pessoas pelo mundo.

Yang Guogiang fundou a companhia em 1992, sendo que ele começou a sua vida como um simples camponês, trabalhando em arrozais. Segundo a Forbes, ele também trabalhou no ramo da construção. Apesar de ser de uma família bem humilde, com o passar do tempo ele começou a adquirir e depois vender pequenos terrenos. Seguiu mais tarde investindo em hotéis, parques temáticos e até em um banco, que visava créditos imobiliários. Mas a empresa expandiu muito os seus negócios quando surgiu o  crescimento da urbanização na China,  onde diversos novos bilionários surgiram no país.

 


China vai limitar a população de Xangai em 25 milhões de habitantes

Na China, a cidade de Xangai é conhecida como a capital econômica do país e também  uma das mais modernas.  Atualmente a cidade possui mais de 24 milhões de habitantes e o governo implementou um projeto, para que ela não sofra as consequências que as grandes cidades têm que passar, quando apresentam um excesso de população. Esse plano pretende limitar a população da cidade de Xangai, em 25 milhões de habitantes até 2035.

O comunicado sobre o plano foi feito há alguns dias por competências locais, revelando as medidas que irão ser tomadas pelo programa de gestão que começou em 2017 e irá até o ano de 2035. Esse projeto além da população, também irá limitar a dimensão dos terrenos disponíveis para novos empreendimentos, que não poderá ser maior do que 3.200 quilômetros quadrados.

Esse projeto visa melhorar o planejamento da cidade, vai possibilitar uma melhora na distribuição dos fundos públicos e irá tornar mais eficaz a administração local, de acordo com o jornal Southern China Morning Post.

A cidade de Xangai atrai muitas pessoas todos os anos, e de acordo com o projeto do governo, a autorização para a permanência na cidade irá ficar ainda mais difícil de ser conseguida. Apesar dos números oficiais mostrarem uma população de 24,15 milhões, o governo acredita que o número dos habitantes de Xangai deve ser ainda maior, já que existem muitos moradores sem os seus documentos.

A China já havia tomado medidas como essas em esferas municipais anteriormente, e segundo o jornal inglês The Guardian, um plano para conter o crescimento populacional em Pequim foi lançado em setembro, visando manter a capital do país com cerca de 20 milhões de pessoas morando na cidade, até o ano de 2020.

As maiores cidades chinesas estão passando por uma série de dificuldades, com o aumento gigantesco dos valores dos imóveis. Existe a preocupação de que uma bolha poderia arrebentar a qualquer momento em Pequim e Xangai. Os índices de poluição estão cada vez maiores nas grandes cidades chinesas e nesse último ano, quase 340 cidades chinesas apresentaram números muito altos de poluição do ar.

 


Operando em três estados, organização fundada por Ricardo Tosto recebe avaliações jurídicas

A organização Análise Advocacia 500 avaliou o escritório Leite, Tosto e Barros para compor a publicação referente ao ano de 2017. Fundado pelo empresário e advogado Ricardo Tosto, o estabelecimento despontou como um dos dez melhores do país, de acordo com a opinião dos próprios clientes. Além do parecer da clientela, a instituição cuida de avaliar o modo como os profissionais atuam dentro das advocacias participantes do processo em questão.

O Leite, Tosto e Barros costuma participar de diversos tipos de análises, sobretudo quando se trata de alguma avaliação fornecida por instituições de relevância para o segmento jurídico, como no caso da Análise Advocacia 500. Assim sendo, tais avaliações costumam culminar em algum tipo de publicação onde são elencados os escritórios e advogados que maiores sucessos obtiveram em seus trabalhos ao longo do ano, efeito que se verifica na empresa de Ricardo Tosto. Com isso, pessoas e corporações que se veem em vias de enfrentar algum processo judicial têm um referencial para se orientarem quanto à escolha de quem conduzirá suas causas.

Na edição de 2017, a organização avaliadora abordou o destaque alcançado pelos sócios do escritório gerido por Ricardo Tosto. Em se tratando das áreas em que cada advogado atua, a que trata de assuntos cíveis foi citada em face do advogado Paulo Guilherme ter mostrado desempenho satisfatório na condução dos processos dessa ordem. O profissional também conseguiu o mesmo êxito em relação ao acompanhamento de contratos de natureza comercial. No setor que responde por demandas de infraestrutura, Tiago Lobão foi o mais eficiente, conforme a publicação. Rodrigo Quadrante, por sua vez conseguiu atingir boa performance em causas envolvendo o mercado financeiro. Processos de ordem trabalhista também foram elencados como determinantes para o sucesso da empresa, de acordo com as avaliações.

Conhecida por avaliar os participantes através de vários pontos de vista, a Análise Advocacia 500 abordou o fato de que a clientela de determinado escritório pode apresentar preferência por alguns profissionais em virtude de como desenvolveram suas potencialidades em seus setores. Na instituição de Ricardo Tosto, por exemplo, o departamento que cuida de processos inerentes às questões sucroalcooleiras foi considerado relevante para o cenário jurídico pela atuação de Luciana Arduin Fonseca em parceria com Ricardo Yamamoto.

A construção civil foi outro segmento listado pela publicação em razão do modo como Charles Gruenberg e Rodrigo Quadrante conseguiram conduzir suas demandas. Os advogados Paulo Guilherme Lopes, Fernando Araneo e o próprio líder da Leite, Tosto e Barros fizeram parte de um dos setores mais expressivos para o bom andamento da empresa, segundo os avaliadores da Análise Advocacia 500. Trata-se do departamento que recebe demandas do segmento de distribuição de energia elétrica no país.

A instituição avaliadora apurou em quais localidades a clientela se mostrava mais satisfeita quanto ao atendimento que receberam durante o período avaliado. No caso do escritório Leite, Tosto e Barros, o estado de São Paulo apareceu como favorito, seguido do Distrito Federal. Na corporação administrada por Ricardo Tosto, contudo, há prestação de serviços jurídicos também no Rio de Janeiro.

 


Barack Obama dá entrevista ao Príncipe Harry para BBC

Desde que deixou a Casa Branca em janeiro do ano passado o ex-presidente Barack Obama, tem sido muito seletivo e raramente tem dado entrevistas. Mas em setembro concedeu uma entrevista ao Príncipe Harry, membro da família Real Britânica convidado pela rádio 4 da BBC.

Na entrevista o ex-presidente, sem fazer nenhuma menção ao seu sucessor, (o atual Presidente dos Estados Unidos Donald Trump), conseguiu criticar as constantes aparições de Trump em suas redes sócias e suas opiniões consideradas atrasadas e preconceituosas.

Obama foi enfático ao declarar que pessoas com posição de destaque, precisam de um cuidado especial quando se propõem a fazer uso das redes sociais, pois as mesmas são objeto de especulação, o que se escreve lá perde o tom e pode ser facilmente destorcido, complementou Obama.

Isso faz com que determinados fatos tomem uma direção muito distante do que se pretende. O Presidente Donald Trump usa as redes sociais, para expor diversos comentários sem demonstrar nenhuma preocupação com o resultado, ou com a distorção que os usuários das redes farão deles.

Obama foi questionado pelo Príncipe Harry quanto a impressão deixada por ele na posse de Donald Trump. A mídia acredita que Obama estava profundamente introspectivo e com um semblante caído. A isto Obama respondeu que estava pensando em tudo o que aconteceu, durante todo seu mandato.

Pensava em sua esposa, e quanto ela foi determinante para que tivesse se tornado Presidente, “sem ela nada daquilo teria acontecido”, afirmou Obama. O ex-presidente afirma que aquele não era o final que esperava, e temia por seu legado e realizações como presidente.

O Príncipe Harry também foi indagado quanto a experiência que estava tendo como entrevistador a frente de um programa de rádio, Harry respondeu e ao final fez uma piada lembrando que o entrevistador era ele!

O encontro se deu no Canadá, onde o príncipe promove um evento para condecorar heróis de Guerra. A entrevista somente foi publicada no final de 2018 e algumas das respostas do ex-presidente repercutem na mídia americana até hoje.

 


Estados com maiores taxas de suicídios receberão investimento da Saúde

Com o objetivo de melhorar os sistemas de prevenção de suicídio em todo o país, o Ministério da Saúde informou no dia 21 de dezembro de 2017 que irá promover novas políticas para que a prevenção seja mais efetiva.

Neste ano, o Ministério da Saúde já informou através de dados que a maior causa de morte entre jovens brasileiros com idade de 15 a 29 anos é o suicídio. Foi pensando nisso que o ministério decidiu adotar novas políticas que melhorem as perspectivas para os jovens brasileiros. Sendo assim, o Ministério da Saúde revelou que o governo irá destinar um total de R$ 2 milhões que serão divididos entre os cinco estados do país que possuem mais taxas de suicídio.

Nesse caso, os estados selecionados de acordo com as maiores taxas de suicídio no Brasil foram: Santa Catarina, Piauí, Rio Grande do Sul, Amazonas e Roraima. Embora os estados já tenham sido anunciado, o ministério não informou quais serão as novas políticas de prevenção de suicídio no país que serão implantadas nos cinco estados.

Além desse investimento, o ministério também informou que será investido um total de R$ 500 mil no Centro de Valorização da Vida, uma instituição que auxilia no combate ao suicídio através de atendimento telefônico pelo número 188, ou ainda via email ou chat realizado com pessoas especializadas no assunto.

O boletim informado pelo Ministério da Saúde no mês de setembro deste ano, é o primeiro que traz dados sobre o suicídio no país. Segundo esses dados, a média de pessoas que morrem todos os anos por causa do suicídio é de 11 mil casos. Além disso, o boletim informou que entre o período de 2011 e 2015, a taxa de suicídio no país teve um aumento de 12%.

Contudo, haverá mais mudanças no cenário de saúde mental, segundo o ministério. Na mesma ocasião, o Ministério da Saúde informou oficialmente que a área de saúde mental também passará por algumas mudanças que já foram aprovadas pela comissão que reuniu gestores de municípios e estados brasileiros.

Essa nova normativa estabelecida pelo governo prevê um aumento da quantidade de comunidades terapêuticas e de entidades relacionadas ao tratamento de pacientes psiquiátricos, que não são enquadradas como hospitais. Outro aumento ocorrerá no número de leitos em hospitais de um modo geral que cuidam da ala psiquiátrica.

 


Órgão da ONU anuncia que o cacto pode se tornar um alimento nos próximos anos

Segundo a FAO, um órgão da ONU que se dedica à agricultura e à alimentação mundial, o cacto pode se tornar um alimento conhecido no mundo todo. Os especialistas se reuniram em um encontro no mês passado em Roma, e concordaram que os cactos conhecidos como opúncias, mais encontrados no continente americano, podem resolver os problemas com a fome no mundo dentro de alguns anos, apesar dos habitantes de vários países serem muito resistentes em relação ao seu consumo.

Conhecido alimento da culinária mexicana, os cactos são conhecidos como “nopalitos” e gostam de solos muito secos e de regiões áridas.

Existem mais de trezentas espécies de cactos do gênero chamado de Opuntia, e a preferida é uma espécie mais conhecida como figueira-da-índia, muito encontrada em regiões muito secas como por exemplo, nas caatingas do Brasil e nos desertos mexicanos. Ela já faz parte da alimentação de algumas pessoas em casos emergenciais em alguns países, como a África do Sul. Também são usados para  a alimentação de animais  em diversos países e algumas antigas histórias relatam que o povo asteca, se alimentava dessa espécie de cacto desde a era pré-colombiana.

Em Madagascar, mais de duzentas mil pessoas em 2015, tiveram as suas plantações arrasadas pela seca na parte sul da ilha, e acabaram utilizando os frutos desse cacto como sua salvação. Em algumas ocasiões houveram casos em que esforços foram realizados para eliminar a espécie, acreditando que ela era perigosa para o cultivo, já que ela pode se espalhar de forma rápida e numerosa. Em consequência disso, muitas pessoas deixaram de se alimentar dessa espécie de cacto, quando suas lavouras foram perdidas. A figueira-da-índia pode crescer em solos áridos, sem precisar de muitos nutrientes para se desenvolver. Essa é a razão pela qual o cacto pode ser uma importante solução mundial para combater a fome.

De acordo com Hans Dreyer, responsável da FAO pela área de produção de plantas, as alterações climáticas e o aumento das regiões áridas pelo mundo, deverão fazer com que o cacto possa fazer parte da dieta de vários habitantes do planeta. Um livro gratuito pode ser baixado pela internet, onde explicações e dúvidas sobre essa planta podem ser encontrados, ensinando inclusive como iniciar o cultivo dele de maneira controlada, e como fazer o seu consumo sem se picar.

 


De moeda supervalorizada a mistérios sobre seu criador: conheça o que se sabe acerca do Bitcoin

Um verdadeiro fenômeno do mercado financeiro, a moeda virtual Bitcoin sofreu constantes e elevadas valorizações nos últimos tempos. De acordo com a Revista Forbes, que se encarrega, dentre outras coisas, de listar as pessoas mais ricas sob vários critérios, o japonês Satoshi Nakamoto, além de ter criado esse sistema monetário, possui um grande número do chamado criptodinheiro, algo estimado em 980 unidades. Dessa forma, ele ocupa a 44ª posição entre os homens mais abastados do mundo.
Nakamoto, segundo a publicação americana, seria dono de uma fortuna avaliada em mais de 19 bilhões de dólares. Ele fica atrás de algumas figuras emblemáticas, como Paul Allen, um dos co-fundadores da Microsoft e de Laurene Jobs, viúva do criador da Apple, Steve Jobs. Em contrapartida, o inventor dos Bitcoins já teria ultrapassado o montante acumulado de alguns magnatas que praticamente possuem lugares cativos na famosa lista da Forbes. Dentre eles, estão Stefan Quandt, da BMW e até mesmo um príncipe saudita.
Projeções de especialistas dão conta de que a movimentação do Bitcoin perceberá uma pequena diminuição em sua trajetória de valorização. Esse processo, entretanto, deverá se modificar já no primeiro mês de 2018, quando há a expectativa de que a moeda virtual seja novamente comercializada a altos valores. Isso se dará em razão de algumas bolsas de âmbito internacional, bem como alguns bancos, passarem a lançar opções de transações envolvendo o criptodinheiro.
A fortuna de Nakamoto, no entanto, é tratada por alguns como algo que poderá ser perdido, uma vez que as moedas em poder de seu idealizador estariam perdidas de forma irreversível. Essa perspectiva seria gerada pelo fato do empresário não querer mais assumir sua autoria de criação sobre a moeda, deixando-a a cargo de outras pessoas.
O criador do Bitcoin, apesar de ter sido listado pela Forbes, ainda é um mistério para todo o mundo. Embora se saiba qual o seu nome, sua identidade não é completamente conhecida. Alguns arriscam dizer que ele seria até mesmo britânico, dada a forma impecável com que fala a língua inglesa, colocando em cheque a teoria de que houvesse de fato nascido no Japão.

Saiba mais:
https://www.terra.com.br/noticias/tecnologia/canaltech/inventor-das-bitcoins-ja-e-um-dos-50-homens-mais-ricos-do-mundo,217b3f8594a7ee3eed59fd50df6fdcb7vu9c6t66.htm

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Saiba mais sobre a carreira do executivo José Auriemo Neto da JHSF

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José Auriemo Neto

O empresário José Auriemo Neto, ou apenas Zeco para os amigos, se tornou o presidente da incorporadora JHSF com menos de 30 anos de idade, se destacando como um dos executivos mais jovens desse meio tão concorrido. Antes disso acontecer, entretanto, Zeco já trabalhava na empresa há vários anos, tendo exercido outros cargos na escala hierárquica da empresa até alcançar a função máxima de comando da empresa.

Na fase da adolescência, José Auriemo Neto já se diferenciava dos demais jovens por sua maturidade e grande sede por descobrir e viver novas experiências. Por essa razão, Zeco morou por alguns anos na Noruega para disputar uma competição amadora de futebol, e também viajou para o Japão com o intuito de participar de uma Convivência Internacional de Jovens.

Na hora de escolher o que estudar na faculdade, José Auriemo Neto optou pelo curso de Engenharia da Faculdade de Engenharia de São Paulo, ao mesmo tempo em que também dedicava parte de seu tempo para trabalhar meio expediente na incorporadora JHSF, em específico na área de administração dos estacionamentos. Conforme o tempo foi passando, Zeco percebeu que o que realmente desejava era auxiliar o pai, Fábio Auriemo, no comando da empresa da família, o que o levou a deixar a faculdade e se dedicar integralmente a incorporadora.

Durante a década de 90, a JHSF vivenciou um período de grande transição, quando passou a investir de fato no ramo da incorporação de imóveis, com foco na área dos imóveis comerciais para locação. Anos mais tarde, com a experiência adquirida nesse mercado, a empresa avançou para a incorporação de shopping centers e centros comerciais em diversos pontos do Brasil, como São Paulo, Manaus e Salvador. Já na atualidade, a JHSF conta em seu portfólio com projetos até mesmo no exterior, como o condomínio de luxo Las Piedras, situado em Punta Del Este, no Uruguai.

Na função de líder da empresa, José Auriemo Neto visualizou a oportunidade de investir no mercado da incorporação de luxo, a qual foi determinante para que a JHSF se estabelecesse entre as principais do Brasil em seu setor. Essa decisão tomada por Zeco foi o que levou a empresa a construir o complexo de alta renda Parque Cidade Jardim, um local extremamente moderno que fica na Marginal Pinheiros, em São Paulo.

Nessa ocasião, diversos especialistas do meio criticaram o projeto, em especial, a sua localização. Apesar disso, o empresário não desistiu da ideia e viabilizou todos os recursos necessários para a construção do complexo. Inaugurado em 2006, o Parque Cidade Jardim gerou uma margem de lucro além do estimado para a incorporadora, e atualmente é formado por um imenso shopping de luxo, prédios residenciais, prédios comerciais, uma vasta gama de restaurantes e ainda um edifício que serve como sede do hotel Fasano.

Enquanto se estabelecia profissionalmente, José Auriemo Neto também ascendeu na esfera pessoal, casando com Mariana Landmann Auriemo, a mãe dos filhos do executivo. E apesar de todas as tarefas do dia a dia da empresa, Zeco garante se esforças para participar da rotina familiar dos filhos.